Enio Cardoso 800289 – 4
O governo anunciou que vai investir 503,9 bilhões em infra-estrutura até 2010.
O objetivo da criação do PAC (Programa de Aceleração e Crescimento)é criar um circulo virtuoso, o produto interno bruto (P.I.B) sobe, e as condições fiscais permanecem estáveis ou até melhoram.
Inicialmente o Programa pretente contemplar os seguintes setores:
Trasportes: Terá investimentos de cerca R$58,3 bilhões em logística, que consiste rodovias, portos, ferrovias, aeroportos e hidrovias,com o objetivo de facilitar o transporte de cargas e mercadorias sendo R$13,4 bilhões só neste ano. Nos próximos quatro anos, o plano prevê a construção, adequação, duplicação e recuperação de 42 mil quilômetros de estradas, o que consumirá a maior parte dos investimentos de logística.
Recursos hídricos: Serão disponibilizados para estrutura Hídrica, cerca de R$12,6 bilhões, sendo que o nordeste vai receber maior parte dos investimentos, a região recebera R$11,7 Bilhões, o restante será aplicado em todo o Brasil.
Energia : Sete estados da Região Norte, receberão entre esses períodos, investimentos de R$32,7 em estrutura energética, ampliação da capacidade de geração de energia elétrica,linhas de transmissão.
Saneamento e habitação: O objetivo e investir até 2010, 40Bilhões em saneamento básico, e R$106,3 Bilhões em Habitação, o pacote prevê o fornecimento de água, esgoto tratado e destinação adequada de lixo. Para o setor de habitação, o objetivo é atender pelo menos quatro milhões de famílias com recursos públicos e da caderneta de poupança.
Na cidade de São Paulo, o PAC foi lançado em janeiro, entretanto a mobilização dos sem-teto, antecipou a concessão de verbas do Programa no estado. Para encontrar uma solução rápida para o caso de 925 pessoas que moram num prédio invadido na Avenida Prestes Maia, no centro da capital do qual a reintegração de posse deverá ser executada até domingo. O governo federal liberou R$ 20 milhões do PAC. O dinheiro garantirá o pagamento de seis meses de bolsa-aluguel para os sem-teto, enquanto eles aguardam a construção da moradia definitiva. Também servirá para a compra de prédios na cidade para abrigar os sem-teto. Uma reunião dia 12/04 na Prefeitura contou com a presença dos secretários municipal e estadual de Habitação, serviu para criar um plano de ação conjunta entre Município, Estado e União, com várias estratégias. A Secretaria Municipal de Habitação, que ficará responsável pela execução do projeto, tentará retardar a reintegração de posse. Enquanto isso, técnicos do Estado e do Ministério das Cidades escolherão três edifícios no centro para virarem habitação popular. Além disso, será dada opção de mudança para unidades da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) do Estado. A mobilização dos sem-teto começou na madrugada de segunda-feira, com a ocupação do Edifício São Vito por 300 famílias. No dia seguinte, estendeu-se por mais cinco pontos da Grande São Paulo. Agora, só uma frente persiste, em Sapopemba, na zona leste.




